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Câncer

Câncer de mama assusta, mas chance de cura é alta

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saaudee.com - imagem.freepik

O diagnóstico de câncer de mama ainda provoca forte impacto emocional nas pacientes, frequentemente associado ao medo da morte. Durante o programa CNN Sinais Vitais, especialistas destacam que, quando detectada precocemente, a doença apresenta altas chances de cura e tratamentos cada vez mais eficazes.

“O paciente vem absurdamente ansioso e a gente fala: essa é uma doença potencialmente curável”, diz Antonio Buzaid, oncologista do Hospital Nove de Julho e Samaritano.

Buzaid reforça a importância da detecção precoce do câncer de mamam para aumentar as chances de cura. Ele enfatiza que tumores pequenos, principalmente aqueles que não têm linfonodos envolvidos, apresentam taxas de cura muito elevadas. “Quanto menor o tumor, a cura é muito elevada. Para cada milímetro, 1%. Para cada linfonodo afetado, aumenta a mortalidade em 6%, se não tratar com alguma coisa a mais”, explica.

O oncologista ressalta que o objetivo do tratamento em casos localizados é sempre a erradicação completa da doença. “Quando um paciente tem câncer de mama, vamos fazer de tudo para curar. O objetivo e missão de erradicar a doença. Querendo matar todo o câncer do paciente”, afirma Buzaid.

Fabrício Brenelli, mastologista do Hospital Beneficência Portuguesa, destacou os avanços na reconstrução mamária no Brasil, principalmente no sistema público de saúde. Ele participou de um estudo que modificou o acesso à reconstrução mamária no país, treinando mastologistas para realizar também esse procedimento.

“Nós conseguimos aumentar em quatro vezes o número de reconstrução mamária no SUS em menos de cinco anos”, pontua Brenelli.

Ele enfatiza que a reconstrução não é apenas uma questão estética, mas parte fundamental do tratamento integral. “Reconstruir a mama é tão importante quanto o tratamento. A paciente tem que ficar curada, tanto da doença, quanto da sua imagem corporal”, destaca.

Nos casos de câncer metastático, quando a doença já se espalhou para outros órgãos, o tratamento busca controlar a progressão e garantir qualidade de vida às pacientes. Buzaid explica que em alguns tipos específicos, como o HER2, já existem casos de pacientes que ficaram livres da doença por longos períodos. “Temos pacientes 8 anos, 10 anos, bem sem doença nenhuma nos exames”, relata.

Os especialistas ressaltam que o diálogo aberto com as pacientes sobre as possibilidades de tratamento e cura é essencial para enfrentar o impacto emocional do diagnóstico.

Fonte: cnnbrasil.com.br/saude

Imagem própria: SAAUDEE.COM

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