Câncer
Quais vacinas quem tem câncer NÃO pode tomar?
Pacientes oncológicos não podem tomar imunizantes que sejam feitos a partir de vírus vivos atenuados, ou seja, vacinas produzidas com uma forma enfraquecida do agente causador da doença.
Em indivíduos saudáveis, elas não são capazes de gerar a infecção, mas no caso de pessoas imunossuprimidas, podem representar um risco.
“Essa forma enfraquecida é capaz de replicar-se no corpo, estimulando uma resposta imune, mas não causa a doença em si. Pacientes em tratamento oncológico se encontram imunossuprimidos e não devem receber este tipo de vacina pois podem desenvolver a doença”, a médica esclarece.
Ela ainda alerta que, caso seja importante o indivíduo tomar a vacina de vírus vivo atenuado, isso deve ser feito, no mínimo, 30 dias antes do início do tratamento imunossupressor ou, pelo menos, três meses após o fim da terapia, desde que o câncer esteja em remissão e a imunidade do paciente esteja em recuperação.
As principais vacinas deste tipo, são:
- Poliomielite oral (também contraindicada em contatos domiciliares do paciente)
- Rotavírus
- Tríplice viral (sarampo, caxumba, rubéola)
- Tetra viral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela)
- Varicela
- Febre amarela
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Herpes zoster
A herpes zoster é uma infecção causada pela reativação do vírus varicella-zoster (VVZ), que é o mesmo causador da varicela, popularmente conhecida como catapora. Essa reativação acontece, principalmente, quando há uma queda na imunidade da pessoa, como ocorre com quem está em tratamento do câncer. Por isso, é muito importante investigar se o paciente precisa realizar a prevenção e, caso necessário, iniciar a terapia rapidamente.
Antes de entender mais sobre a herpes zoster, é importante entender um pouco mais sobre a herpes e seus causadores de uma maneira mais ampla.
Os vírus da herpes fazem parte de uma família e oito deles podem causar doenças nos humanos. Os principais são o tipo 1, 2 e 3. Nos três casos, acontece uma infecção inicial e, após a cura dos sintomas, os vírus permanecem latentes no corpo por anos. Eles podem se reativar se a pessoa enfrentar uma queda na imunidade.
O vírus da herpes tipo 1 é responsável pela herpes labial, caracterizada pela vermelhidão, ardor e pequenas bolhas na região dos lábios ou na parte interna da boca. A transmissão, geralmente, ocorre durante a infância por meio do contato com o vírus em secreções orais, como tosse e espirro.
Já o vírus da herpes tipo 2 é o principal causador do quadro de herpes genital, no qual os principais sintomas também incluem vermelhidão, ardor e pequenas bolhas, mas a diferença é que elas aparecem na região da vulva, pênis ou ânus, ou ainda em regiões como nádegas e virilha.
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Vacina da dengue.
A dengue, em pacientes com câncer, é um quadro preocupante e que precisa de bastante atenção, especialmente quando se trata da dengue hemorrágica. De janeiro ao início de junho deste ano, o número de casos e de mortes por conta dessa doença já bateram os de 2021, por isso, é preciso estar atento e se prevenir. No caso de pacientes oncológicos, as medidas de proteção são as mesmas que as indicadas para a população em geral.
A dengue é uma doença infecciosa febril aguda causada por um vírus e transmitida por meio da picada da fêmea do mosquito Aedes aegypti.
De acordo com o Boletim Epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde, entre 1 de janeiro e 4 de junho, foram registradas 504 mortes por conta da infecção e 1,1 milhão de casos prováveis. A quantidade de óbitos representa praticamente o dobro do número identificado durante todo o ano de 2021 e mais que o dobro de casos (544.460).
Fonte: revista.abrale.org.br
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