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Entenda a displasia broncopulmonar (DBP) em bebês
Esse distúrbio ocorre mais frequentemente em bebês muito prematuros, com doença pulmonar grave, que precisaram de ventilação ou oxigênio por períodos prolongados ou cujos alvéolos pulmonares não se desenvolveram adequadamente.
O recém-nascido afetado costuma respirar de modo rápido e pode apresentar indícios de dificuldade em respirar (angústia respiratória), como retração da parede torácica inferior ao inspirar e níveis baixos de oxigênio no sangue. Níveis baixos de oxigênio no sangue causam uma tonalidade azulada da pele e/ou lábios (cianose).
Em recém-nascidos de cor, a pele pode mudar para cores como amarelo-acinzentado, cinza ou branco. Essas alterações podem ser mais facilmente vistas nas membranas mucosas que revestem o interior da boca, nariz e pálpebras.
Todos esses sinais e sintomas indicam que o recém-nascido ainda precisa de oxigênio suplementar ou de um ventilador.
Diagnóstico de displasia broncopulmonar
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Necessidade estendida de oxigênio suplementar e/ou de um ventilador ou CPAP
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Radiografia do tórax
O diagnóstico de displasia broncopulmonar é suspeitado em bebês que nasceram prematuramente, que receberam ventilação e/ou oxigênio suplementar ou CPAP por um período de tempo prolongado (em geral várias semanas ou meses), que têm indícios de angústia respiratória e que ainda podem precisar de oxigênio suplementar.
Os fatores mais importantes para confirmar o diagnóstico é a necessidade que o bebê teve de oxigênio suplementar e/ou de um ventilador ou CPAP durante, no mínimo, os primeiros 28 dias de vida e ainda apresenta problemas respiratórios.
O diagnóstico é sustentado pelos resultados de uma radiografia do tórax.
Tratamento de displasia broncopulmonar
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Oxigênio suplementar ou de um ventilador, se necessário
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Aumento do número de calorias para o recém-nascido
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Às vezes, diuréticos e restrição de líquidos
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Nirsevimabe (ou palivizumabe, se não houver nirsevimabe disponível) para prevenir a infecção pelo vírus sincicial respiratório (VSR)
O médico diagnostica as infecções pulmonares e as trata conforme necessário.
Como ventilação e oxigênio suplementar podem lesionar os pulmões, o médico tenta desmamar o recém-nascido do ventilador e da CPAP assim que possível e minimizar o uso de oxigênio suplementar.
Uma boa nutrição é fundamental para ajudar os pulmões do recém-nascido a crescer e para manter o tecido pulmonar novo saudável. O recém-nascido recebe um número maior de calorias por dia para ajudar os pulmões a melhorarem e a se desenvolverem.
Uma vez que tende a haver um acúmulo de líquido em pulmões inflamados, às vezes a ingestão diária de líquido é limitada. Medicamentos denominados diuréticos podem ser utilizados para ajudar os rins do recém-nascido a eliminar o excesso de líquido na urina.
O recém-nascido que apresenta displasia broncopulmonar avançada pode precisar de oxigênio suplementar contínuo. No caso de o ventilador ser necessário por um longo período, pode ser necessário inserir um tubo para o ventilador através de uma abertura cirurgicamente criada na traqueia e denominada traqueostomia.
Fonte: msdmanuals.com/
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