Bem-Estar e Prevenção
Existe bronzeado saudável? Entenda e veja como proteger a pele
Com o verão se aproximando, logo começam os planos para “colocar o bronzeado em dia”. No entanto, passar horas embaixo do sol ou realizar bronzeamento artificial pode trazer riscos à saúde, como o câncer de pele, que é um dos mais prevalentes no Brasil, além de acelerar o envelhecimento da pele.
“Não existe bronzeado saudável obtido através da exposição solar desprotegida. Quando a pele muda de cor, é um sinal de que já houve dano causado pelos raios ultravioletas”, explica a dermatologista Fátima Tubini.
De acordo com a especialista, a exposição solar intensa traz riscos tanto a curto prazo quanto a longo prazo.
“A curto prazo, existe o risco de queimadura solar, de insolação e de desidratação. A longo prazo, você vai ter um aumento das chances do desenvolvimento do câncer de pele e do envelhecimento precoce”, esclarece Tubini.
A radiação ultravioleta também pode causar danos aos olhos, de acordo com a dermatologista. Por isso, é fundamental usar óculos de sol ao se expor a áreas abertas e com grande irradiação solar.
O mesmo vale para bronzeamento artificial. “A longo prazo, ele vai induzir a mutação celular, desenvolvimento de câncer de pele e, também, o envelhecimento precoce”, afirma.
Como reduzir os danos do sol no verão
De acordo com Tubini, é importante evitar a exposição solar em horários em que a radiação ultravioleta B tem seu pico, ou seja, entre as 10 e 15 horas . “Então, é possível tomar sol antes ou depois desse período, sempre com filtro solar e em intensidade menor”, orienta a dermatologista.
Além disso, a especialista recomenda não se expor diretamente ao sol por longas horas. Ela explica que é interessante tomar sol ao fazer caminhada, por exemplo, ao invés de deitar-se diretamente sob os raios solares.
Outra opção para quem deseja se bronzear neste verão é utilizar autobronzeador, um produto composto por uma substância chamada di-hidroxiacetona.
“Esse composto vai reagir com as células da camada superficial da pele e criar uma coloração marrom temporária, semelhante a um bronzeamento, com duração de cinco a sete dias”, explica Tubini. “Além de ser uma forma segura de obter uma coloração bronzeada, não há o risco de envelhecimento precoce da pele, nem de câncer. Alguns produtos, ainda, colocam na sua formulação substâncias hidratantes”, completa.
No entanto, a dermatologista recomenda alguns cuidados ao utilizar o autobronzeador, como esfoliar a pele antes e aplicar o produto de forma uniforme para não formar manchas.
“Também é preciso cuidado ao aplicar o produto em regiões onde a pele é mais espessa, como, por exemplo, joelhos e cotovelos, e lavar bem as mãos depois da aplicação. O ideal é aplicar com uma luva para proteger as mãos”, orienta.
Fonte: cnnbrasil.com.br/saude/
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