Doenças Cardiovasculares
O que é arritmia cardíaca, condição grave causada pelo clobutinol?
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a suspensão de medicamentos que contenham a substância clobutinal no Brasil. A resolução, que passa a valer imediatamente, foi publicada no Diário Oficial da União nesta segunda-feira (27).
O motivo usado para a medida foram as evidências científicas de que remédios com clobutinol podem provocar arritmias cardíacas graves, associadas ao prolongamento do chamado intervalo QT — medida usada no eletrocardiograma para mostrar o tempo de contração e relaxamento dos ventrículos cardíacos.
Arritmia cardíaca: quais são os sintomas e como é feito o diagnóstico?
As arritmias cardíacas são um conjunto de condições caracterizadas pela alteração do ritmo do batimento do coração, fazendo com que ele bata muito rápido (taquicardia), muito devagar (bradicardia) ou de forma irregular.
Caracterizadas por uma “falha” nesse sistema de impulsos elétricos, as arritmias fazem com que o coração bata em ritmo descompassado.
A condição pode gerar sintomas como palpitações, escurecimento da vista, tontura, desmaios, mal-estar, dor no peito, falta de ar, sudorese e palidez, de acordo com o Hcor.
Segundo Roberto Kalil, médico cardiologista e apresentador do CNN Sinais Vitais, a arritmia pode ocorrer em qualquer idade, mas existem diferentes tipos e causas.
“Nós temos as arritmias chamadas benignas, entre aspas, que não levam a risco de vida, e as arritmias chamadas malignas, de uma maneira bem didática, que podem levar a risco de vida, risco de uma parada cardíaca, da chamada morte súbita”, explicou o especialista.
O diagnóstico pode ser realizado por meio de exames como o eletrocardiograma. Ele detecta sinais de alterações no ritmo habitual do batimento cardíaco e analisa se as palpitações estão rápidas ou lentas, regulares ou irregulares, breves ou prolongadas.
O tratamento varia de acordo com as características da doença, podendo incluir o uso de medicamentos até procedimentos cirúrgicos.
Outros métodos incluem o uso de medicamentos antiarrítmicos, uso de marcapasso artificial e aplicação de choque elétrico. Além disso, mudanças de hábitos também são recomendadas, como evitar o consumo de álcool e de cafeína e o tabagismo.
A prevenção também passa por hábitos de vida saudáveis: alimentação equilibrada, controle do estresse, evitar o sedentarismo e fazer check-ups regulares. A prática de exercícios físicos, com acompanhamento profissional, também contribui para manter o coração em dia, embora existam restrições para alguns pacientes.
Fonte: cnnbrasil.com.br/saude
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